(ais)Thesis: Razões (&) práticas

Nome:
Local: Guarapari, ES, Brazil

sexta-feira, julho 28, 2006

ManyBooks


E-books gratuitos (PDF), títulos interessantíssimos...

CAMINHOS VIRTUAIS

FSP
São Paulo, quarta-feira,
26 de julho de 2006


MAP HISTORY CARTOGRAPHIC IMAGES HOME PAGE
MAPAS MEDIEVAIS
ANTIQUE MAPS DATABASE
OSSHE HISTORIC ATLAS000 RESOURCE LIBRARY
TIMEMAP: TIME-BASED INTERACTIVE MAPPING
GEOHISTORY
PERSONAL WORLD MAP
MMA - MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE IBGE (INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA)
MULTIMAP.COM
MAPQUEST.COM ATLAS OF THE BIOSPHERE
MAPS OF WORLD

Sites trazem sistemas para mapear as idéias e melhorar o desempenho

São Paulo, quarta-feira,
26 de julho de 2006
ESPECIAL PARA A FOLHA

Os benefícios cognitivos da utilização de mapas mentais como ferramenta para organizar idéias e conceitos são bastante conhecidos. Os estudos de inteligência artificial e as pesquisas sobre procedimentos criativos dos grandes gênios apontam que a realização de mapas conceituais são estratégias poderosas de potencialização intelectual.Estudos no campo das estratégias para gestão de conhecimento e do design da informação revelam que Leonardo da Vinci foi um grande cartógrafo: ele organizava suas idéias em sistemas de visualizações bastante complexos e essa prática parece explicar um pouco da sua alta produção. Outro grande gênio, Einstein também fazia anotações caóticas, repletas de associações, que funcionavam como mapas complexos.

Cientistas neurocognitivos acreditam que o cérebro consiga manipular informações com muito mais eficiência ao lidar com imagens e visualizações do que com outros sistemas como a linguagem oral ou escrita. Além disso, os mapas mentais em forma de teia ou rede, ao apresentar as vinculações entre os conceitos, têm um alto poder de potencializar a capacidade de memorização.O sistema de visualização do dicionário Plumb Design Visual Thesaurus (www. visualthesaurus.com) é uma excelente ferramenta para exercitar conexões lógicas e semânticas entre as palavras.

O The Brain (www.the brain.com) oferece vários tipos de mapas rizomáticos e visualizações dinâmicas interativas para navegar na internet. Você também encontra uma espécie de organizador de idéias em www.visual-mind. com/wv.htm?0021. (LL)

Laerte

segunda-feira, julho 24, 2006

Razão e Experiência

Razão e Experiência

416 págs., R$ 55 de Luiz Damon Santos Moutinho. Rocco (av. Presidente Wilson, 231, 8º andar, Centro, CEP 20030-905, Rio de Janeiro, RJ, tel. 0/xx/21/3525-2000).

O professor de filosofia da Universidade Federal do Paraná procura mostrar as inflexões mais decisivas que levaram da fenomenologia alemã de Edmund Husserl (1859-1938) à filosofia existencial -ou existencialismo- de Maurice Merleau-Ponty (1908-61).

Quem Somos Nós

Quem Somos Nós

608 págs., R$ 70 de Aparecida Vilaça. Ed. UFRJ (av. Pasteur, 250, sala 107, CEP 22290-902, Praia Vermelha, Rio de Janeiro, RJ, tel. 0/xx/21/2541-7946).

A professora de antropologia social do Museu Nacional, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, trata da dinâmica cosmológica da relação entre os índios waris, de Rondônia, e da sociedade na mesma região, tentando compreender a significação indígena desses contatos.

A prova da verdade

São Paulo, domingo, 23 de julho de 2006
ADRIANO SCHWARTZESPECIAL PARA A FOLHA

+ livros

O crítico Luiz Costa Lima investiga o lugar da ficção e da literatura em novo estudo
"História. Ficção. Literatura", de Luiz Costa Lima, parte de uma ausência -"a carência de uma reflexão comparativo-contrastiva entre a poesia e a história"- que o autor qualifica como um dos "estigmas do Ocidente". Em seu novo livro, o crítico continua tratando de questões com que trabalha há muitos anos, como a mimese, o controle do imaginário e a busca permanente de modulações teóricas adequadas para lidar com o fenômeno literário. Desta vez, contudo, ele amplia o campo da análise, mostrando como, a partir da produção historiográfica e teórica dos gregos, instaura-se uma trilha conceitual que está longe de dar conta da complexidade dos três termos (história, ficção e literatura) e dos pontos em que eles se aproximam e, principalmente, se distanciam. Para dar conta do projeto, sobre o qual fala na entrevista a seguir, Costa Lima manipula com impressionante segurança e erudição idéias de uma série imensa de autores, de Aristóteles, Heródoto e Tucídides a Wolfgang Iser, de um texto quase desconhecido de William James a uma minuciosa discussão de um trecho de "A Morte de Virgílio", de Hermann Broch.

FOLHA - Qual o lugar de "História. Ficção. Literatura" em sua obra? Por que surgiu a preocupação mais específica com a "história", já que os outros dois ângulos o senhor já abordara antes inúmeras vezes?
LUIZ COSTA LIMA - Não creio que haja, no livro, uma diferença de preocupação com a escrita da história, que a singularize quanto aos outros dois itens. Alguém já disse que só ao envelhecer temos condições de nos perguntar sobre o que fizemos toda a vida. É certo que meu objeto sempre foi a literatura. Mas não se pensa sobre ela sem pensar na história e na ficção. Disse-me então: eis o momento de considerar quais as relações de convergência e divergência entre os três termos. Por que a escrita da história está próxima da ficção, sem se confundir com ela? Por que, mesmo entendendo a ficção como termo que abrange prosa e poesia, ela não é sinônimo de literatura? Não haveria espaço para adiantar as respostas. Apenas acrescento que, no que diz respeito à historiografia e à ficção, elas se desenvolvem em um sentido horizontal -suas diferenças se dão em termos de formações discursivas diferenciadas- e em um sentido vertical, antropológico -são respostas distintas a necessidades humanas básicas e passíveis de serem atualizadas, se condições histórico-sociais o favorecerem (no caso da escrita da história, foi a Grécia que o permitiu, e não a Assíria, a Babilônia ou as crenças dos antigos judeus).

FOLHA - O sr. termina a primeira seção do livro aproximando a "verdade histórica" de uma investigação judiciária, ressaltando que caberia ao historiador explicitar regras que já são preestabelecidas para a autoridade judiciária. Com isso, a idéia ingênua de uma história "definitiva" cede lugar a um processo permanente de pesquisa, investigação. O que significaria e implicaria esse "explicitar regras"?
COSTA LIMA - Ao chegar ao fim da seção A, verifiquei, com a ajuda de Ricardo Benzaquen, que todo o raciocínio encaminhava para uma questão que foi apenas esboçada: a escrita da história segue um pressuposto de verdade que não é o da verdade científica, mas sim jurídica. A verdade científica supõe experimentação e verificação. A jurídica implica adequação de um caso particular a uma norma (escrita ou costumeira). Adequação afirmada pela interpretação da autoridade que se julga competente. Três conclusões daí derivam: a) o que aí se disse sobre a história ainda precisa ir mais fundo; b) a ficção não parte de nenhuma espécie de verdade; se dela se aproxima, é por seu processo de composição; c) a escrita da história põe em cena outra concepção de verdade que não a das ciências da natureza. A explicitação de suas regras significa manifestar as razões que presidiram a interpretação adotada, e estas não podem ser confundidas com a apreensão de processos naturais.

FOLHA - Gostaria que o sr. comentasse a seguinte passagem: "A ficção precisa de controle. Ao nos contentarmos com a reflexão medíocre que a Antigüidade, com exceção de Aristóteles, nos legou, continuamos agentes praticantes desse controle. Tudo em nome da estabilidade de nossa vida. Para combater a ficção, necessita-se de uma ficção que não se formule como ficção. E a sociedade nos será agradecida".
COSTA LIMA - A passagem é irônica, se não amarga. Chama-se a atenção para o que normalmente se ignora: a ausência de uma reflexão considerável, pela Antigüidade, do que fosse ficção. Pois aceitar que algo é ficcional é perigoso, individual e socialmente. Daí a necessidade de submetê-la a algo que consideramos verdadeiro (hoje em dia, o que entendemos por "realidade"). O que ainda equivale a dizer: a submetê-la ao que temos por lógico e, portanto, racional.

FOLHA - O sr. acredita que a ficção ainda possua efetivamente esse papel "instabilizador", que justificava a "esquiva da ficcionalidade" de um Virgílio na Antigüidade?
COSTA LIMA - A forma discursiva que nós, ocidentais, aceitamos como ficcional já não tem o impacto que teve até meados do século 20. Esse discurso, normalmente chamado de "literário", é hoje muito pouco instabilizador. Em troca, desenvolveu-se, entre as décadas de 1960 e 1980, com o nome de teoria da literatura, uma busca fremente de entendê-lo melhor. A cultura industrializada e a mediocrização das universidades fizeram a onda cessar. Mas mesmo as obras que já nascem programadas para ser best-sellers praticam a velha esquiva. Como? Diluindo sua ficcionalidade em formulações ou desfechos aceitos pelo chamado "bom senso". Para isso, recorrem à ciência, à magia etc.

FOLHA - O sr. afirma que "[o cineasta] Claude Lanzmann mostraria ao mundo que situações extremas, como a dos campos de concentração nazistas, exigem a quase absoluta abstinência de ficcionalidade". Por que essa quase interdição?
COSTA LIMA - O que o filme "Shoah", de Lanzmann, parece mostrar é que há situações extremas -a dos campos de concentração- em que o próprio uso da ficcionalidade seria criminoso. Estou longe, pois, de aceitar que a poesia -um tipo de ficção- seja, por si, de antemão, superior a qualquer outro modo trabalhado de expressão. Não tendo como pressuposto nenhuma idéia de verdade, a ficção está em melhores condições para acentuar a irracionalidade presente no mundo. O extermínio de um povo -não necessariamente o povo judeu- é algo em si tão irracional que tratar dele ficcionalmente deixa a própria ficcionalidade em pane.

FOLHA - Como o sr. analisa o campo da "literatura de testemunho" e a inclusão, proposta por estudiosos da área, da idéia de "trauma" na compreensão do que é "real"?
COSTA LIMA - Creio ser necessário distinguir "testemunho" de "documento". E considerar que, imediatamente, os dois remetem igualmente à história. O que não os impede de virem a ser literatura. Mas, quando isso sucede, não é por conta da matéria de que tratam, mas da linguagem densa com que a tratam. Quanto à questão do trauma, diria apenas que seu manejo depende da faixa discursiva em que é ele analisado: a análise de um caso de Freud não se confunde com um trauma em um personagem ficcional! A diferença de tratamentos conforme o tipo de discurso é fundamental para que nem se pense a psicanálise como um romance nem se insista na interpretação psicanalítica da obra ficcional.

ADRIANO SCHWARTZ é professor de literatura na Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP e autor de "O Abismo Invertido - Pessoa, Borges e a Inquietude do Romance em "O Ano da Morte de Ricardo Reis'" (Globo). HISTÓRIA. FICÇÃO. LITERATURA Autor: Luiz Costa Lima Editora: Companhia das Letras (tel. 0/xx/11/3707-3500) Quanto: R$ 53 (440 págs.)

A Lógica dos Orientais


+ Ensaio
"A Lógica dos Orientais"
O francês Christian Jambet, autor de "Apologia de Platão" (1976), aborda o pensamento oriental a partir do racionalismo do Ocidente e discute a obra do estudioso de filosofia oriental Henry Corbin. Trad. Alexandre de Oliveira Torres Carrasco. Globo (tel. 0/ xx/11/ 2199-8888). 368 págs., R$ 45.



A relação Oriente-Ocidente
PublishNews - 25/7/2006
A publicação de A lógica dos orientais - Henry Corbin e a ciência das formas (Globo, 368 pp., R$ 45, trad. Alexandre de Oliveira Torres Carrasco) permitir ao leitor uma introdução geral à obra de Henry Corbin, um dos maiores estudiosos franceses no século XX da filosofia produzida no Oriente e conhecido apenas de um público restrito entre nós. Também nos aproxima de Christian Jambet, continuador da obra de Corbin, de quem foi aluno, e hoje um dos mais expressivos filósofos que se dedicam ao estudo do pensamento oriental. Por fim, aposta no interesse que o tema pode despertar num país de escassa bibliografia sobre a história do pensamento e da filosofia produzidos fora do Ocidente. Suas discussões são extremamente atuais num mundo marcado pelo grande choque entre o racionalismo ocidental e as culturas do Oriente.

Brainstorms

+ Ciência
"Brainstorms"
O professor da Universidade Tufts (EUA) Daniel C. Dennett reflete sobre consciência, percepção e compreensão em ensaios multidisciplinares que unem filosofia, psicologia, ciência cognitiva e neurociência. Trad. Luiz Henrique de Araújo Dutra. Unesp (tel. 0/xx/11/ 3242-7171). 432 págs., R$ 58.

domingo, julho 16, 2006

A Morte da Tragédia, de George Steiner

+ Crítica
A Morte da Tragédia

Publicado em 1961, este livro do filósofo e ensaísta George Steiner virou obra de referência na crítica e nos estudos sobre o destino da tragédia nas suas principais textualizações dramatúrgicas ao longo da história.

Trad. Isa Kopelman.
Perspectiva (tel. 0/ xx/11/ 3885-8388). 220 págs., R$ 45.

domingo, julho 09, 2006

Sopa de cosmos

São Paulo, domingo, 09 de julho de 2006
+ Marcelo Gleiser

Sopa de cosmos

Talvez haja um multiverso, emergindo como bolhas numa sopaDurante o século 20, a física desenvolveu duas teorias revolucionárias: a teoria da relatividade de Albert Einstein e a mecânica quântica de Niels Bohr, Erwin Schrödinger, Paul Dirac e muitos outros. O adjetivo "revolucionárias" não é exagero: a teoria da relatividade transformou profundamente nossa compreensão do que é espaço, tempo e a relação entre energia e matéria.Ao contrário da visão clássica sobre a natureza do cosmos, que prevalecia desde os dias de Isaac Newton, no final do século 17, Einstein mostrou que o espaço, mais precisamente as medidas de distância entre dois pontos, e a passagem do tempo dependem do observador. Um segundo para você pode não ser um segundo para outra pessoa, se vocês estiverem em movimento relativo, acelerado ou não. Ademais, a nova teoria reformulou a noção de gravidade, que pode ser interpretada como a curvatura do espaço em torno de um objeto. Esses efeitos só são relevantes se os movimentos ocorrem próximos da velocidade da luz ou se o objeto tem massa comparável ou maior do que a do Sol. Mas eles estão lá, descrevendo uma física além de nossas percepções.O mesmo com a mecânica quântica, que descreve a física dos átomos e das partículas subatômicas. Para surpresa dos próprios físicos, tudo é diferente no mundo do muito pequeno: trocas de informação e energia são feitas em porções discretas em vez de serem contínuas, como quando aquecemos água numa chaleira. Partículas podem estar em mais de um lugar do espaço ao mesmo tempo, seguir todas as trajetórias possíveis e atravessar barreiras como se fossem fantasmas. No mundo quântico tudo flutua, nada é exatamente determinado: energia, posição, velocidade. Apenas quando um observador interage com o que está medindo (por exemplo, enviando luz ou outra partícula que colide com o que está sendo medido) é que um valor determinado é obtido. Em outras palavras, a natureza intrínseca da matéria não pode ser definida "a priori". A realidade emerge de forma clara apenas quando é convocada por algum observador.Esses dois pilares da física moderna coexistiram pacificamente até a década de 1960, parecendo tratar de dois aspectos muito diferentes da realidade física, o muito pequeno e o muito grande. Com a confirmação de que o Universo está em expansão, aliada ao sucesso da teoria da relatividade, tudo mudou. Afinal, se o Universo cresce cada vez mais na medida em que o tempo passa, era menor no passado. E, se voltarmos até bem próximos do "tempo zero", que hoje sabemos ter ocorrido em torno de 14 bilhões de anos atrás, o Universo como um todo teria dimensões semelhantes às de um átomo. Nesse caso, para descrever a física da infância cósmica, seria necessário usar a mecânica quântica: os dois pilares teriam de ser unificados.Infelizmente, devido a dificuldades técnicas e conceituais, esse casamento ainda não foi consumado. Mas já houve paqueras e flertes entre as duas teorias, intensos o suficiente para termos uma idéia de como ele seria. E o que emerge é um cosmo quântico, onde a geometria do espaço e a passagem do tempo flutuam aleatoriamente. De fato, não se pode nem falar em um "Universo": falamos em um multiverso, uma sopa de universos talvez até infinita, onde todas as possibilidades existem. O nosso seria apenas um deles, uma raridade, uma bolha que cresceu, solitária em meio à tantas que existem por instantes e voltam à sopa primordial. Existiriam então outros universos? Seria possível passar de um a outro? Será que há vida em alguns deles? As respostas à essas perguntas e muitas outras esperam, impacientes, pelo casamento.

MARCELO GLEISER é professor de física teórica do Dartmouth College, em Hanover (EUA), e autor do livro "O Fim da Terra e do Céu"

segunda-feira, julho 03, 2006

Literatura e Dissidência Política

Literatura e Dissidência Política

240 págs., R$ 45 de Letícia Malard. Editora UFMG (av. Antônio Carlos, 6.627, campus Pampulha, CEP 31270-901, Belo Horizonte, MG, tel. 0/xx/31/3499-4657). A professora da Universidade Federal de Minas Gerais analisa a articulação da literatura brasileira com questões políticas, históricas e culturais, como a transculturação e a ditadura.

História Geral da Civilização Brasileira

História Geral da Civilização Brasileira
418 págs., R$ 60 Boris Fausto (org.). Ed. Bertrand Brasil (r. Argentina, 171, 1º andar, São Cristóvão, CEP 20921-380, Rio de Janeiro, RJ, tel. 0/xx/21/2585-2070). Oitavo dos 11 volumes de obra de referência sobre a história do país, este é o primeiro a tratar do período republicano. "Estrutura de Poder de Economia" apresenta a sociedade entre a Proclamação, em 1889, e a Revolução de 1930.

sábado, julho 01, 2006

OFICINA DE PROJETOS: fenomenologia

OFICINA DE PROJETOS: fenomenologia

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